quinta-feira, 4 de junho de 2015






Carrego algumas lágrimas por sob a pele. Ninguém as vê. Mas eu as sinto. Estão lá - cá. Por vezes, choro por cima. Por dentro. Elas são os excessos de mim que mais me doeram. Perdas. O olhar escorrido que enxergou as costas de fatores essenciais na minha vida. Ainda vivos. Carregados molhados dentro de mim. Não sei dizer se esse escorrimento se ocasionou na tentativa de seguir o outro, ou se escondeu para dentro porque não pode. Quis sair do olhar. Da vista.
E hoje jaz sob as feições das bochechas quando ensaio sorrisos.


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